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	<title>Comentários sobre: A coragem de Cobrar Caro (Stephen Kanitz, Veja, 25/10/2006)</title>
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	<description>Artigos, textos e reportagens</description>
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		<title>Por: Luiz Maia</title>
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		<dc:creator>Luiz Maia</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2008 14:37:14 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com muita coisa que o texto comenta, por exemplo:
Se você tem um diferencial, realmente deverá cobrar por ele. Se assim não o fizermos estaremos sendo injustos com nós mesmos e prejudicando o mercado que jamais saberá reconhecer as diferenças. Concordo que cobrar barato por apenas um questão social, ou por um simples comodismo é, no mínimo uma atitude medíocre, inerente a “profissionais” sem qualidade.
Concordo também quando ele diz que se todos seguissem esta política de cobrar o “caro” (prefiro chamar de “justo”) todos os profissionais buscariam a excelência, aumentando assim a qualidade dos serviços e mercadorias que consumimos.
Acredito que em uma sociedade capitalista (sem entrar no mérito ou demérito desta) a melhor, se não a única, alternativa para a evolução financeira, mercadológica e social é a cobrança justa (mesmo que em valores altos) dos nossos serviços, pois ensinaríamos a sociedade a diferenciar corretamente o mau e o bom profissional, um bom ou mau serviço ou bem adquirido. Acostumaríamos a ter sempre bons produtos e desta forma poderíamos exigir sempre o melhor.

Mas me preocupo com o que o texto pode nos induzir a pensar, mesmo que esta não seja a intenção do autor. Podemos pensar que com o aumento geral da qualidade, teríamos um alto padrão de exigência, tendo a nossa disposição sempre bons serviços o que nos obrigaríamos a lutar por bons salários, ou que talvez nem precisássemos lutar para conseguir-los, pois toda empresa saberia que pagar menos seria sinônimo de mal serviço, e que implicaria na falta de qualidade do seu produto (serviço ou equipamento) ou em uma redução da produção. E que toda esta reforma social no levaria a tal ponto que o bom serviço estaria disponível a todos, isto é pura Utopia. Pois sabemos que no mercado (seja ele qual for, financeiro ou de trabalho) a corrida por um diferencial (para que todos pudessem cobrar preços justos) geraria uma concorrência desleal (isso já acontece em níveis menores) e nem todos poderiam pagar pela qualidade ou até mesmo não tivessem meios de concorrer. 
Sabemos também que cobrar por serviços públicos não é a melhor alternativa e que existem famílias que não tem “um centavo” pra comer, imagine para educação dos seus filhos?! Acredito que existam alternativas melhores e mais eficientes, poderíamos fazer uma sociedade entre o estado e as empresas privadas para que estas custeassem a educação, visando garantir uma mão-de-obra qualificada e uma conseqüente melhoria da produção e da qualidade de seus produtos ou serviços. Este modelo já é usado em países mais avançados (Alemanha, EUA, etc.).
Para finalizar, no geral, sem me preocupar com as nuances escondidas nas entrelinhas, concordo que o texto tenta passar a mensagem de que devemos cobrar caro se garantir-mos uma excelência em nossos serviços (tendo esta excelência como diferencial) e da mesma forma exigir sempre o melhor, jamais se contentar com o medíocre ou mal serviço prestado. E só assim conseguiremos nivelar o mercado sempre com altos padrões de qualidade</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com muita coisa que o texto comenta, por exemplo:<br />
Se você tem um diferencial, realmente deverá cobrar por ele. Se assim não o fizermos estaremos sendo injustos com nós mesmos e prejudicando o mercado que jamais saberá reconhecer as diferenças. Concordo que cobrar barato por apenas um questão social, ou por um simples comodismo é, no mínimo uma atitude medíocre, inerente a “profissionais” sem qualidade.<br />
Concordo também quando ele diz que se todos seguissem esta política de cobrar o “caro” (prefiro chamar de “justo”) todos os profissionais buscariam a excelência, aumentando assim a qualidade dos serviços e mercadorias que consumimos.<br />
Acredito que em uma sociedade capitalista (sem entrar no mérito ou demérito desta) a melhor, se não a única, alternativa para a evolução financeira, mercadológica e social é a cobrança justa (mesmo que em valores altos) dos nossos serviços, pois ensinaríamos a sociedade a diferenciar corretamente o mau e o bom profissional, um bom ou mau serviço ou bem adquirido. Acostumaríamos a ter sempre bons produtos e desta forma poderíamos exigir sempre o melhor.</p>
<p>Mas me preocupo com o que o texto pode nos induzir a pensar, mesmo que esta não seja a intenção do autor. Podemos pensar que com o aumento geral da qualidade, teríamos um alto padrão de exigência, tendo a nossa disposição sempre bons serviços o que nos obrigaríamos a lutar por bons salários, ou que talvez nem precisássemos lutar para conseguir-los, pois toda empresa saberia que pagar menos seria sinônimo de mal serviço, e que implicaria na falta de qualidade do seu produto (serviço ou equipamento) ou em uma redução da produção. E que toda esta reforma social no levaria a tal ponto que o bom serviço estaria disponível a todos, isto é pura Utopia. Pois sabemos que no mercado (seja ele qual for, financeiro ou de trabalho) a corrida por um diferencial (para que todos pudessem cobrar preços justos) geraria uma concorrência desleal (isso já acontece em níveis menores) e nem todos poderiam pagar pela qualidade ou até mesmo não tivessem meios de concorrer.<br />
Sabemos também que cobrar por serviços públicos não é a melhor alternativa e que existem famílias que não tem “um centavo” pra comer, imagine para educação dos seus filhos?! Acredito que existam alternativas melhores e mais eficientes, poderíamos fazer uma sociedade entre o estado e as empresas privadas para que estas custeassem a educação, visando garantir uma mão-de-obra qualificada e uma conseqüente melhoria da produção e da qualidade de seus produtos ou serviços. Este modelo já é usado em países mais avançados (Alemanha, EUA, etc.).<br />
Para finalizar, no geral, sem me preocupar com as nuances escondidas nas entrelinhas, concordo que o texto tenta passar a mensagem de que devemos cobrar caro se garantir-mos uma excelência em nossos serviços (tendo esta excelência como diferencial) e da mesma forma exigir sempre o melhor, jamais se contentar com o medíocre ou mal serviço prestado. E só assim conseguiremos nivelar o mercado sempre com altos padrões de qualidade</p>
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		<title>Por: Sergio Nievola</title>
		<link>http://artigos.wordpress.com/2006/10/22/a-coragem-de-cobrar-caro-stephen-kanitz-veja-25102006/#comment-35</link>
		<dc:creator>Sergio Nievola</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jan 2007 21:05:12 +0000</pubDate>
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		<description>Brilhante artigo. Infelizmente no Brasil é arraigada a cultura católica que &quot;ter lucro é pecado&quot;. Por analogia, quem cobra caro é explorador, um burguês aristocrático que suga a sociedade, e não um profissional gabaritado que se auto-valoriza porque investe em si mesmo. Isso acaba contaminando de tal forma a estrutura funcional do país, que vivemos num sistema caótico e indeterminado que não é nem capitalismo, nem socialismo. Seremos o rodapé do mundo enquanto esta visão estrábico-esquerdista não for definitivamente sepultada entre nós. Até lá continuaremos pagando o preço, isto é, vendendo toneladas de riquezas do país em troca de meia dúzia de chips de computador.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Brilhante artigo. Infelizmente no Brasil é arraigada a cultura católica que &#8220;ter lucro é pecado&#8221;. Por analogia, quem cobra caro é explorador, um burguês aristocrático que suga a sociedade, e não um profissional gabaritado que se auto-valoriza porque investe em si mesmo. Isso acaba contaminando de tal forma a estrutura funcional do país, que vivemos num sistema caótico e indeterminado que não é nem capitalismo, nem socialismo. Seremos o rodapé do mundo enquanto esta visão estrábico-esquerdista não for definitivamente sepultada entre nós. Até lá continuaremos pagando o preço, isto é, vendendo toneladas de riquezas do país em troca de meia dúzia de chips de computador.</p>
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		<title>Por: Gabriel junqueira Leite</title>
		<link>http://artigos.wordpress.com/2006/10/22/a-coragem-de-cobrar-caro-stephen-kanitz-veja-25102006/#comment-19</link>
		<dc:creator>Gabriel junqueira Leite</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Oct 2006 02:23:16 +0000</pubDate>
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		<description>Parabens pelo seu belo artigo , voce acabou tocando em alguns pontos importantes  da valorização do profissional a diferença entre cobrar e dar de graça  e ai voce foi muito feliz ; só o  governo que não enxerga que de graça  ninguem agradece , há um abuso geral e quanto mais se da mais se pede. por coincidencia tambem sou médico e percebo que o uso e abuso do pronto socorro da santa casa de minha cidade , da utilização das ambulancias, que fazem concorrencia desleal com os taxis . Por que não cobrar uma taxa para a Santa Casa, garanto que metade das consultas não existiriam e a ambulancia ficaria mais parda do que circulando a toa. Como voce bem frisou porque o governo não pensou em aumentar o salario da professora e melhorar a as instalações das escolas , para que o aluno implore a seu pai para frequentá-la; só este ano reparei no predio da escola , uma das mais tradicionais da cidade ao votar no primeiro turno ; a sala de aula , não estimula ninguem a nela ficar , acanhada, louza triste , moveis arcaicos , na verdade um local deprimente para o aluno e o coitado do professor , como motivar um aluno neste ambiente sombrio? sem duvida não vai ser dando dinheiro ao pai dele .Gabriel Junqueira Leite</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabens pelo seu belo artigo , voce acabou tocando em alguns pontos importantes  da valorização do profissional a diferença entre cobrar e dar de graça  e ai voce foi muito feliz ; só o  governo que não enxerga que de graça  ninguem agradece , há um abuso geral e quanto mais se da mais se pede. por coincidencia tambem sou médico e percebo que o uso e abuso do pronto socorro da santa casa de minha cidade , da utilização das ambulancias, que fazem concorrencia desleal com os taxis . Por que não cobrar uma taxa para a Santa Casa, garanto que metade das consultas não existiriam e a ambulancia ficaria mais parda do que circulando a toa. Como voce bem frisou porque o governo não pensou em aumentar o salario da professora e melhorar a as instalações das escolas , para que o aluno implore a seu pai para frequentá-la; só este ano reparei no predio da escola , uma das mais tradicionais da cidade ao votar no primeiro turno ; a sala de aula , não estimula ninguem a nela ficar , acanhada, louza triste , moveis arcaicos , na verdade um local deprimente para o aluno e o coitado do professor , como motivar um aluno neste ambiente sombrio? sem duvida não vai ser dando dinheiro ao pai dele .Gabriel Junqueira Leite</p>
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